De um lado, a vivacidade na sutileza do cotidiano. O gosto pelo belo e pelo poético. De tudo aquilo que vem de dentro para fora, rasgando a própria essência.
De outro, a desestrutura latente e uma certa pretensão disfarçada de bondade. E um mal gosto intrínseco pelo mundano.
Eis aqui minhas origens.
sábado, 17 de fevereiro de 2007
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Um comentário:
Comecei um comentário pedante e pretensioso com citações de gente consagrada. Acordei pra vida e simplesmente me resumi ao "gostei" =)
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